Para o departamento de TI da própria empresa
A TI que ninguém vê, com número para mostrar
A mesma operação de um provedor de serviços, sem a parte de cobrar: chamado, SLA, projeto, hora apontada e máquina monitorada. Filiais e departamentos no lugar de clientes, e o faturamento desligado.
O problema da TI interna não é pagar cinco assinaturas
É não ter sistema nenhum. O chamado chega pelo corredor, o inventário mora numa planilha que alguém atualizou em março, e na hora de pedir orçamento não existe um número para defender a equipe.
Hoje · nada registrado
- Chamado
- WhatsApp e corredor
- Inventário
- planilha de março
- Patch
- no olho
- Senha de servidor
- bloco de notas
- Prova do trabalho feito
- memória
E quando o diretor pergunta o que a TI andou fazendo, a resposta é uma sensação.
Aqui · o mês, em números
- Chamados atendidos
- 312
- Dentro do SLA
- 94%
- Horas apontadas
- 418 h
- Máquinas em conformidade
- 87%
- CVE crítica em aberto
- 2
Relatório agendado por e-mail, no primeiro dia útil do mês.
O que muda quando o cliente é a sua própria empresa
Nada do produto é diferente — é o mesmo chamado, o mesmo SLA, a mesma máquina. O que muda é para que serve o registro: em vez de virar fatura, ele vira prova.
- Filial, unidade ou departamento no lugar de cliente
- O cadastro que um provedor usa para separar empresas você usa para separar Matriz, Filial Sul e Centro de Distribuição — ou RH, Financeiro e Operação. Cada chamado, ativo e cofre nasce dentro de um deles, e o relatório sai por recorte.
- O faturamento fica desligado
- Financeiro e CPQ existem, mas não são obrigatórios. A hora apontada continua servindo — para dimensionar equipe, justificar contratação, ou ratear custo entre centros de custo. E você não paga a mais por não usar: o preço é por técnico e por máquina, não por módulo.
- O portal é para o colaborador
- Quem abre o chamado é gente da casa, e acompanha sozinho no portal com a marca da empresa — em vez de parar na sua mesa para perguntar o andamento. É a mesma interrupção a menos, só que ela vinha do corredor.
- Patch e vulnerabilidade viram conformidade
- Inventário de software sempre atualizado, janela de manutenção agendada por grupo, CVE correlacionada com o que você realmente tem instalado e priorizada por EPSS. É o relatório que a auditoria pede — e o que evita descobrir a máquina esquecida depois do incidente.
- O acesso remoto para de ser um favor
- Terminal e tela remota no navegador, com aviso visível na máquina do usuário e sessão gravada. Atender a filial de outro estado deixa de depender de alguém instalar um programa de acesso na correria.
- Um técnico já resolve
- A cobrança é por pessoa que loga e por máquina monitorada. Equipe de um ou dois, com 40 máquinas, paga por um ou dois — não há mínimo de assentos nem taxa de implantação, e o RMM começa em 5 máquinas.